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sábado, 14 de dezembro de 2013

Playlist

Olá galera!
Todo sábado cada um de nós irá indicar uma música e assim formamos uma playlist bem 'final de semana' pra você curtir enquanto se arrumar pra balada! 

1 - Wake Me Up - Avicii
2 - Timber - Pitbull feat. Ke$ha
3 - We Own the Night  - The Wanted
4 - Perfume - Britney Spears
5 - On Our Way - The Royal Concept
Galera Quem Nunca

Quem nunca...quis sair no sábado a noite?

Olá pessoas!

Bom, todo sábado a galera 'Quem Nunca' irá dar uma dica legal de algum lugar interessante para ir no sábado a noite, uma festa, uma balada, um bar...o importante é sair de casa! 
E a dica de hoje é de uma festa! É a festa de 1 ano da Alt+Tab, que vai acontecer no Anexo B, na Augusta (em São Paulo claro). A festa, que acontece às 23h, terá duas pistas: uma Indie e outra Pop. Na primeira você vai poder curtir The Killers, Muse, Franz Ferdinand, Foster the People entre outras bandas. Na segunda pista você vai dançar ao som de Lady Gaga, Florence, Rihanna, Beyoncé, Madonna e todas as outras divas do pop! 
Ainda tá tempo de ligar pra galera toda e combinar de aparecer por lá! Aqui no  Link você pode ver mais informações do evento, como preço, onde mandar lista e esse tipo de coisa. E não queremos ver ninguém trancado em casa nesse sábado hein!!

Galera Quem Nunca

Livro da semana!

Bom, toda semana um dos "quem nunca" irá indicar um livro legal, que seja bom ou que goste muito. E eu vou começar indicando o livro dessa semana. O meu livro é o O caso dos dez negrinhos, da Agatha Christie.
A rainha do crime, Agatha Christie, não deixa a desejar nessa obra peculiar, afinal, não envolve seus detetives 'famosos'. A obra retrata assassinatos baseado em um poema com mistérios daqueles que ninguém consegue largar o livro até terminar de ler. A recomendação vem da inspiração da Feira do Livro da USP, com mais de 30 editoras e livros com 50% de desconto. O melhor de Agatha Christie é que sua coleção de pocket books cutam só 20 reais. Então não percam a ideia de ler aventuras policias escritos pela rainha do crime!
Fernanda Maia

Ringue Musical: Born This Way x ARTPOP



Olá galera! 


Aqui, como em um ringue de verdade, teremos confrontos. Dois artistas de mesmo gênero (ou não), duas músicas, dois álbuns, dois estilos, enfim...o que for polêmico será confrontado! E como Lady Gaga é a mãe das polêmicas (se posso chama-la assim) e seu álbum, Artpop, acabou de ser lançado...porque não?


Vou começar falando de Born This Way, o segundo álbum da cantora. Toda a expectativa e mistério que envolviam o lançamento do álbum caíram por água abaixo quando o single ‘Born This Way’ foi lançado. As inúmeras comparações com a música ‘Express Yourself’, da Madonna (uma tremenda falta de sorte de Lady Gaga) e os comentários em cima disso criaram um verdadeiro estado de alerta sobre o que seria esse tal álbum da cantora. Mas tudo bem, a espera ainda era grande e então...Lady Gaga lançou ‘Judas’ como seu mais novo hit, gerando mais polêmica (talvez para abafar o caso anterior). E por fim, o álbum completo. Quando ouvi Born This Way pela primeira vez tive a sensação estar ouvindo uma Lady Gaga confusa. Era como se toda aquela expectativa e pressão em cima da cantora tivessem resultado naquele trabalho, que posso dizer, não é o melhor de sua carreira. Conhecida por trazer sempre uma inovação para o pop, o ‘tudo junto e misturado’ da cantora mostrou que até mesmo as divas têm seus dias ruins e de falta de criatividade.

Obviamente não podemos dizer que o álbum é inteiramente ruim. Não. Faixas como ‘The Edge of Glory’, ‘Marry the Night’ e até mesmo ‘Judas’ merecem tal reconhecimento. Ali você ainda consegue perceber o que Gaga tentou fazer, você sente uma luz no fim do túnel e vê que nem tudo está perdido na cabeça da cantora. O álbum não agradou nem um pouco e deixou os fãs preocupados. Seria esse o fim da carreira de Lady Gaga? Com certeza não. Ela apenas errou a mão. Sabe quando estamos cozinhando, e ai colocamos sal demais na comida? Lady Gaga colocou sal demais em seu álbum, que ficou difícil de engolir. Born This Way, para mim, virou um álbum para escutar apenas as minhas músicas preferidas, tipo ‘You and I’ e ‘Judas’, ao contrário dos anteriores que faço questão de ouvir da primeira a última música. Se tornou um álbum cansativo, enjoativo, de apenas três vezes no repeat, no máximo!

Depois disso, Lady Gaga, em uma tentativa (talvez) de confortar os fãs e dizer que estava tudo bem decidiu fazer a Born This Way Ball Tour, que inclusive passou pelo Brasil, mostrando que nos palcos a cantora continuava a mesma. E então, ela partiu para trabalhar em seu próximo álbum que...




...que continuou um mistério. A cada postagem da cantora no Instagram, com alguma foto bizarra, a cada frase misteriosa no twitter, já era motivo para se abrirem fóruns e fóruns de discussão a respeito do que seria esse novo álbum da cantora. Para acabar com o mistério, Lady Gaga soltou 'Applause'. E foi uma surpresa! Com um clipe cheio de referências artísticas, a cantora chegou mandando o recado ‘estou aqui para ser aplaudida’; e foi o que fizemos. Menos preocupados esperamos pacientemente pelo álbum inteiro. Quando escutei Artpop pela primeira vez estava com um pé atrás, mas quando ouvi a gargalhada (literalmente) que Lady Gaga dá logo no começo do cd eu vi que a causadora de polêmicas estava de volta. Era como se ela estivesse rindo da nossa cara, como quem diz ‘estou de volta e vocês vão ter que me ouvir’. E é em Aura (primeira música do álbum) que ela pergunta: ‘Do you want to see the girl who lives behind the aura?’ e aceitamos a proposta.

Com batidas novas, experimentações, vozes diferentes, Lady Gaga te traz um novo conceito de pop, aquele Q a mais que ela fazia em cada álbum dela (menos em Born this Way). Está tudo ali, para ser apreciado. Ela mostra seu poder se compor músicas que em poucos segundos ficam grudadas na cabeça, com refrões fácil de serem decorados; confesso que em pouco tempo ouvindo as músicas eu já estava cantando, dançando, e tinha até me esquecido de prestar atenção nas letras. Gaga traz um álbum inteiramente sexual, mas de um jeito tão bom e tão gostoso que você nem se importa quando ela diz ‘When I lay in bed I touch myself and thinka you’, na música 'Sexxx Dreams' (que é uma das minhas preferidas). A cantora trouxe duas parcerias para seu álbum: a primeira é com o rapper T.I Too Short e a segunda com R. Kelly. Na primeira temos a música 'Jewels n’ Drugs', que tem uma batida muito interessante (me lembrou as músicas da M.I.A, que são bem diferentes). Já na segunda temos a música 'Do What U Want', super dançante, com um refrão fácil de decorar, e com uma certa indireta para os que esperavam mais um fracasso da cantora ‘U can’t stop my voice cuz, U don’t own my life’ (meio autoexplicativo acho eu). E assim o álbum segue, aumentando de ritmo a cada música, exatamente como se você estive em uma pista de dança. ARTPOP, música que dá nome ao cd, foi a que menos me surpreendeu. Esperava algo mais, algo diferente, inovador, mas tudo bem, um deslize no meio do caminho faz parte.

Parece que a cantora sabia exatamente onde colocar cada música, pois quando você está cansado de dançar, pular, ouvir tantas batidas ela traz 'Dope'. Uma das músicas lentas e mais bonitas que já ouvi de Lady Gaga. Gosto bastante de 'Spechless' (de The Fame Monster), mas confesso que Dope roubou esse lugar. Com uma letra, soando até meio triste, temos apenas Gaga, seu piano e sua voz. Sem efeitos, sem batidas, sem truques. É praticamente como se você estivesse em um show acústico da cantora; gostei bastante de ouvir a voz da cantora assim. E ai ela finaliza com 'Gypsy', que é super dançante e conta uma história bonitinha. E então temos 'Applause', como se ela jogasse na nossa cara ‘e agora que eu mostrei tudo isso, me aplaudam’. É exatamente isso que temos que fazer. Gaga mostrou a Lady dos velhos tempos. 


Pois bem, nessa nossa luta de hoje temos, de um lado, Born this Way. Um álbum chato, em que você pode contar nos dedos as músicas que se salvam. Um cd feito para ouvir no máximo 3 vezes inteiro e pronto. Mostrando uma fase confusa, talvez, da cantora. Em que ela quis tanto acertar, que acabou errando. Do outro lado temos ARTPOP. Um álbum que você consegue ouvir inteiro e mais 3 vezes com certeza. Com batidas novas, refrões grudentos, dancinhas coreografadas (na certa) vemos uma velha nova Lady Gaga aparecer. Posso dizer que por nocaute de pop, Artpop leva o nosso cinturão de hoje. Alias, de hoje não! De amanhã, de depois, de daqui há alguns anos. Artpop é um álbum para ser guardado com carinho, pois mostra uma nova fase da cantora. Aquela fase em que ela soube surpreender todos novamente.

Luara Oliveira

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Quem nunca...quis algumas dicas?

Ehh, fim de semana chegando e nada como uma olhadinha em looks para sair!! Como o clima é de verão mas o tempo anda meio indeciso é hora de variar e misturar um pouquinho:

Aposte em shorts e saias, estampadas ou lisas, de cores fortes ou neutras; nas blusas use e abuse das estampas que estão suuper em alta e para completar se o dia não estiver quente, leve sempre um blazer ou um cardigan para acompanhar, mas não se esqueça das cores, o verão pede um colorido especial!! Se você é uma pessoa que sente muito frio como eu (rsrs), mas não quer deixar de usar um shorts básico, coloque uma meia calça, as novas que sairam sao da cor da pele e com desenhos que parecem que você tem uma tatuagem e dá ao look um ar mais despojado!! Espero que curtam e bom final de semana!
Fotos: We Heart It
Gabi Sanches

Look de sexta!

Olá galera!
Toda sexta eu, Fernanda e Gabi iremos postar fotos dos nossos looks de sexta-feira. E junto com eles algumas dicas legais!(Por questões de força maior a Gabi não irá mostrar seu look de sexta ok)


Bom, escolhi minha roupa meio que na pressa (estava atrasada pra um compromisso), por isso desculpem pela qualidade da foto também! Então...para o meu look eu escolhi uma saia preta soltinha, bem básica, super fácil de combinar e que cai bem para o verão (alias fui eu mesma que fiz, com os meus dotes de costureira rs). A blusa é de crochê e que pelo que andei vendo nas lojas vai ser modinha nesse verão (tem uma ar meio vintage). Essa é super especial pra mim, foi feita pela minha vó, que deu pra minha mãe e que agora me deu (aquelas peças que passam de geração pra geração sabem). Pra finalizar combinei com botinhas (que eu amo, mesmo no verão, pra um dia mais nubladinho) e meu chapéu, que descobri que pode ser um acessório muito útil no verão (principalmente se seu cabelo é tingido, como o meu rsrs). Bom, é isso! Um look básico para uma sexta apressada! 
Luara Oliveira


A minha escolha dessa sexta foi um shorts jeans super básico (que cai bem em qualquer ocasião) e uma blusa branca com detalhes, afinal, andar por SP com 26 graus não é fácil. Para combinar joguei um cardigã cinza excelente para fim de tarde (com os ventos gelados) e um coturno, melhor escolha para quem anda muito e não se da bem com tênis, como é meu caso
Fernanda Maia

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Música do dia!

Bom, como hoje foi meu dia de escrever, é meu dia de escolher uma música.
Hoje, meu dia vai de "Half of MY Heart" do John Meyer ft Taylor Swift, PORÉM na versão do Boyce Avenue (não que eu não goste de John Meyer, só prefiro o tom do Boyce mesmo hahaha)
Uma das músicas que eu gosto de ouvir em qualquer ocasião, principalmente sair cantando enquanto cozinho alguma coisa!

Espero que gostem, e até semana que vem ;)
P.S.: Coluna de gastronomia, né... Pois é... Era pra ter uma receita aqui, mas achei que escreví demais! Semana que vem, faltando 5 dias pro natal, dicas é que não vão faltar, me aguardem...
Artur Trindade

Quem nunca...quis falar de comida?

Quinta-feira! Meu dia de falar do que eu mais gosto: Comida.

Demorei um pouco pra conseguir pensar em alguma coisa que fosse tão interessante pra vocês quanto costuma ser pra mim. O problema é que falar sobre "por que você precisa selar uma carne antes de cozinhar" é algo que vai ser legal pra mim, e que vai ser chato pra boa parte de vocês!
Então resolvi falar de algo que achei incrivelmente maravilhoso, algo que li essa semana, o título da matéria era:
"Imprima sua Comida"
Não, você não leu errado, é exatamente isso! 

Hoje em dia a notícia da impressora 3D já não é mais novidade... Houveram algumas controvérsias sobre pessoas imprimindo armar e coisas não muito legais, ao mesmo tempo que outras pessoas imprimiam próteses de osso e outros milagres.
Mas agora essa tecnologia ganhou níveis dignos de "Os Jetsons" (entre outras ficções científicas mirabolantes). A dois anos atrás o Instituto de Culinária Francesa de Manhattan num projeto com a Universidade de Cornell criaram em NY a primeira impressora capaz de imprimir comida. Nessa primeira máquina, qualquer coisa líquida poderia servir de matéria-prima para essa impressora, mas ela parecia muito mais uma máquina industrial que uma impressora propriamente dita. (coloca aqui a imagem 1)

O que me impressionou de verdade ao ler sobre isso foi que, com os avanços nessa pesquisa, hoje em dia é realmente possível colocar uma capsula dentro dessa impressora e obter um alimento com ela! E no formato que você quiser, um carrinho ou um ursinho para uma criança, ou literalmente um hambúrguer no formato de hambúrguer. O processo é assim:

A impressora usa alimentos liofilizados em pó (liofilização é o processo de desidratação de um alimento utilizando congelamento e evaporação), assim consegue extrair moléculas de substâncias como proteínas, vitaminas, carboidratos, sódio... E é disso que será feita sua comida impressa. Você coloca uma capsula com as substâncias e pode dizer o que você quer, ou mostrar uma foto do que você quer, que ela faz todo o serviço pra você! Mágico, não?

Agora, quais as implicâncias disso? Bom, você pode fazer uma criança comer legumes, verduras e tooodo tipo de coisas verdes que elas odeiam, fazendo elas acreditarem que estão apenas comendo um biscoito em formato de estrela. E você ainda pode manter sua dieta comendo algo que parece bacon, tem gosto de bacon, mas que vai estar cheio de vitaminas! E pesquisar trabalham na possibilidade de você poder registrar qual sua dieta na memória da impressora, e precisar apenas usar sua impressão digital pra ter uma refeição perfeitamente balanceada.
E isso sem falar na estética! Imagina você fazer um bolo e poder usar um confeito de açúcar no formato desenhado por você, ou você ter torrões de açúcar no formato do logotipo da sua empresa. Nessa imagem, os cubos de açúcar e os bolos foram impressos! (coloca a imagem 2 aqui)

Olhando assim, parece que a ideia dos filmes de apertar um botão de um microondas e conseguir um cachorro quente não soa mais tão absurda, né?
Inclusive, uma brasileira recentemente ficou em segundo lugar no Design Lab (concurso promovido pela marca Electrolux) tendo inovado no design de uma dessas impressoras, um projeto voltado pra crianças, onde elas poderiam facilmente almoçar sozinhas, e os pais poderiam ver no histórico o que a criança comeu, que horas e qual formato ela escolheu!


Artur Trindade

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Música do dia!

Com o verão e as queridas férias chegando (pelo menos de muita gente rsrs), a época de “causar” e aproveitar nosso verão entra com tudo e nada melhor do que uma música que entre nessa vibe. Por isso, a música de hoje é 'Can't Hold Us' de Macklemore & Ryan Lewis

Porque não haverá uma cidade que irá nos aguentar haha!!
Gabi Sanches

Quem nunca...quis saber novidades?

Olá pessoal!

A notícia mais intrigante que eu fiquei sabendo essa semana – não estou falando do anúncio da Miley Cyrus ser escolhida como a nova rainha do pop, porque so sorry Miley, mas pra mim sempre será a Madonna! –, e que está me deixando louca na expectativa de novas informações é que um trio de peso está trabalhando junto para produzir um novo material e eu tenho a impressão de que eles não irão nos decepcionar.

O trio parada dura é composto pelo guitarrista do Limp Bizkit, Wes Borland, o baterista do Blink 182, Travis Barker, e o ex-Nine Inch Nails, Danny Lohner. A parceria também conta com a participação do rapper Scroobius Pip, artista que até então eu não conhecia nada do seu trabalho. Vale a pena dar uma conferida! Quem encontrar vídeos do Pip com o ‘dan le sac’ fica a dica que é a dupla dele.


Por enquanto a única comprovação do trabalho em conjunto é a foto que o Travis postou em sua conta do Instragram (@travisbarker) com a seguinte legenda “No estúdio criando com esses senhores talentosos @scroobiuspipyo @florinshordo e @dannylohner #goodtimes #goodpeople #goodmusic”.

Enquanto não temos maiores informações, vamos relembrar um pouco do trabalho dessas personagens tão queridas pelo público – ou pelo menos por mim.

Limp Bizkit – Behind Blue Eyes
Blink 182 - Feeling This
Nine Inch Nails - Come Back Haunted
Laly Gandara

Quem nunca...quis falar de música?

A ex-Disney Girl, conhecida pela série de TV Hannah Montana, pegou 2013 e o transformou em seu ano de polêmicas, aparições e escândalos com seu novo algum 'Bangerz' e suas performances. Com 21 anos, MileyCyrus, está provando que não é mais uma garota Disney, e sim uma mulher independente, rebelde sem se importar com opinião dos outros.
Como a cantora mesmo diz: ‘Hater gonna hate, but they will watch my vídeos’, fato que está se concretizando, tendo seu vídeo Wrecking Ball como o mais visto dos últimos tempos e se mantido nas paradas com os sucessos de seu álbum. Agora então a polêmica esta por cima do talento quando se trata de fama. Não é invenção da Cyrus polemizar em eventos e vídeo clipes para aparecer, afinal, quando dizem sobre artista polemizando algo Lady Gaga ainda está com o cargo.
Por outro lado, analisando Miley, a cantora iniciou seu desvinculo com a Hannah Montana em seu clipe I Can’t beTamed (que também causou comentários em relação a antiga garotinha Disney estar querendo algo maduro) e caminhou até a atualidade onde, ao invés de cantar músicas e trabalhar com seus vídeo clipes (que demonstrava talento na voz e na atuação) ela aposta em língua pra fora, danças sensuais e muitas vezes, vulgar. Acredito que foi merecido o título dado pela MTV de Rainha do Pop, já que a análise é qual cantora está nas manchetes por mais tempo e qual vídeo clipe é mais acessado. Diversas pessoas reclamaram desse título, entretanto, já ocorre há algum tempo a batalha fama x talento e a primeira tem ganhado de lavada. Hoje em dia não importa a qualidade da voz, se aparência condiz com padrões, afinal, quantos artistas não dependem de ajustas na voz para cantar? Não importa a profundidade da letra ou da melodia se o interprete não tem destaque entre as notícias, que nem sempre precisa ser com seu trabalho. E esse problema não é atual, afinal, quem nunca conheceu um mega artista que não é reconhecido?


Parabéns para a cantora pelo seu título de Rainha do Pop! Seu trabalho de aparecer de forma polêmica e querer atenção por atitudes, ao invés de talento, foi reconhecido. Fica a dica Britney Spears, Lady Gaga, Christina, Beyonce, Rihanna e Katy. Está na hora de largar de lado o talento e ir atrás das polêmicas se quiserem voltar para o reinado.

Fernanda Maia

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Música do dia!

A música de hoje é “Simple Song” do The Shins. Uma música simples, tranquila, com margem para diversas interpretações e perfeita para um início de semana! A banda segue um ritmo indie pop, com influência de folk e rock. O nome veio de uma família fictícia de um musical da Broadway, The Music Man, cujo vocalista da banda e guitarrista adora!




Fernanda Maia

Quem nunca...quis conhecer uma banda nova?

Olá galera!

A cada 15 dias cada um dos "quem nunca" irá apresentar uma banda nova aqui pra vocês! Uma banda que não seja muito conhecida pela galera, mas que seja interessante compartilhar! E é a minha vez!
A banda que eu escolhi se chama "Fort Atlantic". É uma banda de Portland, fundada em 2010. Eu a conheci quando a música "Let your heart hold fast" tocou no episódio de uma das minhas séries favoritas, How I Met Your Mother (ep 8x12). Espero que curtam!

Fernanda Maia

Quem nunca...quis falar sobre moda?

Bom, com o Natal chegando as lojas começam a lançar inúmeras coleções, em parceiras com estilistas, grifes famosas, pessoas do mundo da moda e fica difícil saber o que comprar e de qual coleção comprar! Mas digo pra você que até dá pra comprar uma peça de cada coleção, isso é claro, se você estiver disposta a gastar dinheiro. Por isso separei aqui 3 coleções que me chamaram atenção e que tem peças bem interessantes para se ter no armário:

Coleção Roberto Cavalli para a C&A


Quem gosta de moda sabe que Roberto Cavalli é um grande nome do universo. Confesso que os preços não são lá muito baratos, mas se você sempre sonhou em ter uma roupa assinada por algum estilista famoso e esta disposta a pagar o preço que for para isso, você encontrou a sua coleção! O estilista trouxe para as suas peças toda a tendência do animal print. Os vestidos são lindíssimos, mas com aquela estampa, se você usar mais de 3 vezes todos vão saber que é o mesmo vestido (mesmo se você mudar sapato, bolsa e acessórios). Básico: camisa de animal print. Combina com jeans, com preto, com branco, e não faz feio (isso é claro se você estiver disposta a pagar uns 300 reais por ela). As regatinhas também são uma boa opção, já que estamos no verão e são fáceis de combinar. A coleção toda possuí sapatos, bolsas, shorts, calças e vestidos. O restante da coleção acho puro capricho de desfilar com uma peça assinada por Roberto Cavalli.

Coleção Fashion Five da Riachuelo
Não é a primeira vez que a Riachuelo faz uma coleção em parceria com alguém. Desta vez ela quis ser ignorante e lançou uma coleção assinada por várias personalidades do mundo da moda (exceto Cláudia Leitte que pra mim é só cantora mesmo). A coleção possui uma variedade de peças que agradam todo tipo de gosto e a ideia era que cada um criasse cinco peças. Adriana Degreas, Camila Coutinho, ClaúdiaLeitte, Dudu Bertholini, Fernanda Motta, Helô Rocha, Matheus Mazzafera, Raphael Falci, Robert Forrest e Thássia Naves são os nomes que assinam essa coleção. Bom da Cláudia Leitte posso dizer que o blazer branco é interessante (mas mesmo assim não vale o preço, posso encontrar outros muito mais bonitos). Achei a coleção do Robert Forrest bem interessante com aquela estampa de folhagem; levaria a saia (que adoro!) e a camisa (daria um look bem diferente). A coleção da Fernanda Motta foi a que eu mais gostei, com uma pegada rocker, mas sem pesar para o verão. No fim achei a coleção da Riachuelo bem equilibrada e pra todos os estilos!



Coleção Anitta para Marisa
Gente, não me entendam mal! Não sou fã da Anitta e nem acompanho o trabalho dela, mas até que a coleção em parceria com a Marisa salvam algumas peças (confesso que quase comprei dois vestidos da coleção). A coleção tem preços mais baratos, afinal estamos falando de um público mais adolescente. Então Prepara! Bom, particularmente gostei muito de dois vestidos: o com estampa de oncinha, que é a cara do verão e um preto com transparência, que tem mais cara de noite (e fica lindo no corpo). Outra peça comprável é uma blusa cropped com spikes na alça que é super fofa. A coleção dela também tinham lingeries, bem bonitas por sinal, então vale dar uma olhada! O restante da coleção não me chamou atenção, talvez porque meu estilo não seja muito Anitta de se vestir! Mas fica a dica de uma coleção básica e com precinhos justos!

Luara Oliveira


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Música do dia!

Olá galera!

Todo dia cada um dos "quem nunca" irá postar uma música, aquela que está na cabeça, aquela que gosta mais, aquela que lembrou no dia por acaso, enfim...uma música para alegrar o dia de vocês! E eu tive o prazer de começar!
A minha música do dia é "Dope" da Laldy Gaga. A música está no novo álbum da cantora, ARTPOP, e é a mais lenta do CD. Logo de cara me apaixonei pela letra da música e desde então ela não saiu mais da cabeça e nem do repeat! 
Fica a dica de uma música para alcalmar os nervos!

Luara Oliveira

E o filme da semana é...

Bom, já que estamos falando da estreia de Carrie nos cinemas e dos outros filmes já feitos, então nada mais justo que o filme da semana ser Carrie, a Estranha...versão de 1976 claro!
Pra você que gosta de um clássico do cinema, ou somente pra você que gosta de terror fica a dica da semana. O filme, como todos já sabemos, é baseado na obra de Stephen King e conta a história de Carrie, uma garota perturbada pela mãe religiosa e que sofre bullying no colégio depois de uma situação desagradável em uma aula de ginástica. Todos os conflitos de uma adolescente são rodeados pelo fato de que Carrie descobre que tem poderes telecinéticos, e assim, tem que aprender lidar com isso. Sissy Spacek (Carrie White) e Piper Laurie (Margareth White) dão um show de atuação e transformam o filme em um verdadeiro clássico do terror/suspense.


Dica: assista a versão de 1976 antes de correr para o cinema assistir o remake com Chloe Moretz. Faz muita diferença isso!

Galera Quem Nunca

Quem nunca...quis saber novidades?

Olá pessoal!

Vou começar esse post falando sobre o quão triste eu fiquei ao saber que a data de lançamento do blog ia ser adiada uma semana! Eu de fato tinha uma matéria bastante interessante que agora vai parecer meio old news, mas vamos lá...

Na quinta-feira passada (05/12), ocorreu o encerramento do 9º Festival de Cinema Italiano – agora vocês ficam com cara de choque porque não sabiam que isso estava acontecendo em São Paulo – pois é! Detalhe que faz nove anos que esse festival acontece exatamente aqui, na nossa metrópole! Então amantes do cinema, e principalmente de filmes italianos, fiquem atentos no ano que vem, pois o festival dura menos de duas semanas. Contudo, não fiquem decepcionados por terem perdido o evento. Acontece que dentre as estreias de sexta-feira (06/12) do Cinemark, tem quatro filmes que foram exibidos no festival do ano passado. Então corram para o cinema e aproveitem uma sessão dupla com Carrie e um pouco de cultura italiana, depois me contem como foi, pois eu, infelizmente, ainda não tive a oportunidade de ir conferir.

Como eu disse anteriormente, o Festival é old news, então a pedida dessa semana, além da tão aguardada estréia de Hobbit – eu pelo menos estou morrendo de ansiedade para que chegue logo essa sexta-feira treze! – é a estreia de Twixt. Quem estiver na onda de assistir Carrie, Sobrenatural 2 e filmes do gênero acho interessante dar uma conferida. Eu fui verificar a trama, o trailer, o elenco e principalmente as reviews, e apesar de dizerem que o filme deixa a desejar em termos de desenvolvimento da história e má atuação, li também críticas positivas elogiando a produção do filme e recomendando para aqueles que como eu gostam de assistir um horror meio trash – vocês não fazem ideia do que eu já assisti que com certeza é pior do que as avaliações negativas de Twixt. Então, acho que vale muito a pena assistir um filme que pra começar é do Sr. Coppola (O Poderoso Chefão para os desinformados) e para aqueles, que também como eu, são fãs do queridinho da literatura gótica Sr. Edgar Allan Poe e suas inspirações sinistras e grande apego à morte. O que me faz lembrar da sinopse do filme... De qualquer forma, dêem uma olhada porque também não vou passar tudo de bandeja pra vocês. 

Laly Gandara

Quem nunca...quis ler sobre um filme?

Bom, segunda-feira... Dia de cinema aqui no blog, não dava pra faltar uma crítica de filmes, né? Vai funcionar assim: Luara, Fernanda e eu (Artur) vamos falar sobre determinado filme (resolvemos colocar três pessoas pra falar pelos pontos de vista diferentes), e vocês comentam suas opiniões a respeito da crítica e do filme! Vamos lá então...

Como o blog tá começando agora, e o novo remake de Carrie acabou de estrear nas telonas, achamos que seria interessante falarmos sobre os filmes já feitos sobre esse clássico do Stephen King. Por motivos de força maior, seremos apenas Luara e eu falando hoje, e apenas a Luara vai dar ênfase pra essa nova versão.
Posso começar? Ok...
...

Primeiro de tudo, vou só deixar claro que todos os filmes que eu falar aqui e que forem adaptações de livro serão criticados apenas como FILME, não como adaptação. Tem muuuita coisa que fica incrível nas páginas, que não funcionaria nas telas, por isso “porque no livro era diferente” não é argumento pra mim.
“Carrie” teve algumas versões ao longo dessas últimas décadas: o original de 1976, uma “continuação” em 1999 com o nome de “The Rage: Carrie 2” (A Maldição de Carrie, na tradução), o remake em 2002 e o mais novo remake de 2013.
Eu particularmente desconsidero a versão de 1999... Um filme fraco, com uma história que não me convenceu e atuações bem “mais ou menos”. O principal problema pra mim foi terem tentado fazer exatamente a mesma coisa que o original, com apenas algumas pequenas diferenças (como a garota ser menos “estranha” e ela perder o controle numa festa com os populares da escola, e não num baile), e com a presença da personagem Sue Snell, que, ao meu ver, não acrescentou nada ao filme.
Voltando as versões de 1976 e 2002, foram épocas extremamente diferentes para o cinema. O original conta com um ótimo elenco, com atuações incríveis, personagens fortes. Sissy Spacek (Carrie White) consegue mostrar o quão deslocada sua personagem é das coisas a sua volta; Piper Laurie (Margaret White) convence como fanática religiosa, e chega a realmente assustar a forma como a mãe de Carrie encara as coisas! O que foi pra mim a diferença mais gritante entre as duas versões... 1976 era uma época com poucos efeitos especiais, não era assim tão simples fazer pessoas e objetos voando por um ginásio em chamas, é uma época em que as atuações contavam muito para convencer o público; em contrapartida, em 2002 tudo isso já era mais comum no cinema, o filme conta com ótimas cenas enquanto Carrie banhada em sangue de porco sai da escola e caminha pela cidade. O ponto fraco disso é: Se perderam no meio de tantos efeitos. Chuvas de meteoros, móveis flutuando pela casa, tudo soa meio exagerado, e, com tantos efeitos, as atuações acabam ficando em segundo plano: a professora não tem mais a voz autoritária que tinha antes, a mãe é muito polida, continua sendo fanática religiosa, mas com menos da loucura transparecendo em suas ações e seus olhos. Apenas Angela Bettis me convenceu, interpretando uma Carrie tímida, assustada, descontrolada, mas com vontade de pertencer a algum lugar...
A conclusão é simples: O original continua sendo melhor na maioria dos casos.

Artur Trindade
...

A direção de Brian De Palma em 1976 conseguiu transformar Carrie, a estranha, livro de Stephen King, em um clássico do cinema. O filme acabou caindo na ‘modinha’ de Hollywood e ganhou um remake (seria, talvez, um desgaste criativo dos estúdios?).
Agora na direção de Kimberly Pierce (Meninos não Choram) o longa, sem grandes mudanças, segue (ou ao menos tenta seguir) os moldes da primeira produção e não acrescenta novidades ao roteiro. A história, todos já conhecem, porém agora com uma cara nova; Chloe Moretz (Kick Ass – quebrando tudo) surge no papel de Carrie. Alias posso dizer que a atuação da garota de 16 anos leva o filme inteiro nas costas, compensando as péssimas atuações do restante do elenco (algumas chegando a beirar a comédia). A atriz Julianne Moore (Silêncio dos Inocentes) também divide o peso com Chloe, interpretando a mãe de Carrie (que veio em uma versão ainda mais pirada).
Com efeitos especiais que fazem você soltar palavrões durante as cenas e jogadas de câmera pra lá de hollywoodianas, o filme pode decepcionar um pouco os fãs de um bom clássico. A preocupação emocional que De Palma teve em 1976 ao mostrar todo conflito adolescente que Carrie passava, a mudança de fase de uma garota perturbada e uma narrativa que adentrava aos poucos na vida daquela jovem foram esquecidos por Pierce. O foco nos poderes telecinéticos da garota, que estranhamente aumentam de uma cena para outra, e no bullying praticado no colégio desviam a narrativa principal, aquela mesma que King pensou quando escreveu seu livro.
Chloe tenta em sua atuação trazer um pouco dessa Carrie à lá Sissy Spacek (atriz que interpretou o mesmo papel na primeira versão) e de fato foi uma das coisas que mais salvou no filme e que gostei. Os longas que Moretz vem fazendo mostram a sua elevação e com esse não foi diferente. Percebemos então um De Palma que soube lidar com os temas complexos que o livro traz, porém com uma produção de 1976 sem muitos efeitos, muitas fantasias. Do outro lado, Pierce, que parece ter esquecido de alguns detalhes importantes; talvez por essa nova cultura fast da sociedade, de consumir as coisas rapidamente ou somente porque não soube entender a essência de Carrie. Porém a diretora traz uma produção dos dias atuais, cheias de efeitos malucos, câmeras lentas que fazem você vibrar e cenas de tirar o folêgo e para o público de hoje, apenas isso basta.
Os classicistas de plantão odiarão, já os moderninhos acharão o máximo. No geral posso dizer que não é um filme que traz novidades no roteiro (acho que nem poderia), tem uma atuação muito boa de Chloe Moretz, bons efeitos, boas imagens, mas é um filme raso. Porém, aos olhos de Hollywood, é decente.



Luara Oliveira